Entrevista com a autora: Thai Cammi


Nossa autora estreante, em duas semanas de pré-venda de sua obra, já conseguiu conquistar diversos leitores por esse Brasil afora. E hoje, é chegado o momento de conhecê-la um pouco melhor!


Por meio da nossa tradicional entrevista, apresentamos a você a querida Thai Cammi, que acaba de colocar no mundo a obra Transcritos da Alma! Vem comigo?


1) Thai, se apresente para nossos leitores! Quem é você, o que faz da vida, de onde é…?

Eu sou natural de Jaciara, cidade do interior do Mato Grosso. Na maior parte das vezes, sou uma sonhadora nata. Apesar de estar no auge dos meus 22 anos, ainda carrego sonhos de adolescente no meu coração. É algo natural meu, muito embora eu tenha tido que amadurecer muito cedo. Sou uma pessoa apaixonada pela arte em vários antros, desde a escrita até o amor pelo cantar. Sou Técnica em Enfermagem, desempregada e acadêmica de Enfermagem apaixonada pela ciência do cuidar, mas, se me pedirem entre um ou outro, eu sempre irei escolher a arte. Sinto que nasci para fazer com que meus escritos, minhas músicas e o meu cantar sejam reconhecidos pelo universo. É como eu disse: se for me definir, posso aceitar o termo “sonhadora”, pois essa sou eu!


2) Desde quando você escreve?

Ao pé da letra, desde que eu me entendo por gente. Lembro-me muito bem que, quando a professora Elenice, de cachos longos e negros, a qual eu amava, recebeu uma fábula minha, surpreendeu-se ao perceber que eu havia escrito três páginas inteiras aos meus sete anos de idade. Acho que o apreço pela escrita e a leitura veio muito naturalmente, uma vez que aprendi a ler aos três anos de idade e fui levada à diretora para que eu lesse à ela. Foi uma surpresa para eles. Contudo, ao público, digo que escrevo desde os meus dezesseis anos de idade, através do Wattpad (essas histórias nem existem mais!). Foi um período ótimo de aprendizagem, o qual me trouxe até aqui e me fez ser quem eu sou hoje como escritora.


3) O que a escrita significa para você?

Amor. Acho que essa, de fato, é a definição certa. Gosto de escrever sentimentos que, no fundo, eu gostaria de viver um dia. Num geral, eu sempre escrevo sobre sentimentos próprios e desejos que o meu interno tem. Não que eu esteja carente de amor no momento, mas como uma romancista nata, acho que a escrita para mim sempre será o sentimento do amor. O amor não vivido, o amor desejado e o amor escrito. Tenho para mim que a escrita é o universo onde eu posso viver todos os meus sonhos como sonhadora, buscando sempre ensinar bons sentimentos e implicar bons adereços e aprendizados aos meus leitores.


4) Como nasceu “Transcritos da Alma”?

Num momento muito íntimo de uma crise existencial. Em meados de 2020 eu estava sozinha em casa há alguns dias e, ao assistir uma cena de um escritor, em 1990, declarando o seu amor por sua Clarice, na novela “Ana Raio e Zé Trovão”, senti o desejo de escrever sobre o sentimento novamente. Eu não sei dizer exatamente como Ellisif, Skipp ou as cartas surgiram nos meus dedos, mas sinto que foi um desejo do meu consciente querendo aplicar, mais uma vez, a existência do amor em seus vários antros, que ultrapassam tempo, idade e qualquer distância.


5) Você tem outras obras publicadas?

No momento, apenas o conto “Maria Felícia e a Inexistência do Amor”, publicado em 2020 na Antologia “Um Amor Para Chamar de Meu”, da própria Editora Lettre.


6) E tem planos de novas publicações?

Sim, eu planejo muito isso. No momento, não sei exatamente quando, pois sinto que preciso navegar um pouco mais para me aventurar ainda mais, mas já estou trabalhando em um projeto que almejo ver em seu formato físico futuramente.


7) Como você conheceu a Lettre?

A Lettre veio muito de “supetão” na minha vida. Literalmente, em seu nascimento. Lembro-me que uma mulher, a qual não me lembro, me chamou na DM do Instagram, pedindo para que eu cogitasse participar da Antologia que a própria Editora visava lançar para iniciar-se no mercado nacional da literatura. Confesso que, de início, me senti um pouco incerta, mas me arrisquei. Mesmo insegura, eu me arrisquei. E sou grata por tal atitude, pois somente assim pude chegar aonde eu cheguei nesse momento.


8) O que achou do nosso trabalho?

Sou muito suspeita para dizer sobre a Lettre, mas devo dizer que me serviu como família. Desde o início, lá em 2019, até o momento, agora em 2021. Lettre sempre estará em meu coração, bem como toda a equipe e todos aqueles que trabalharam sempre para me manter firme e crente de que um dia eu poderia alcançar meus sonhos, mesmo que pouco a pouco.


9) Como está se sentindo com o lançamento do seu livro?

Muito ansiosa, devo dizer. Ainda não tenho um público grande, definido, mas sinto-me abraçada por várias pessoas e sinto que posso realizar os meus sonhos mesmo que a passos de “formiguinha”. Ter meu primeiro livro autoral publicado significa muito e é ótimo vivenciar esse momento que está me servindo muito como profissional e como pessoa também.


10) Gostaria de dizer algo aos seus leitores e futuros leitores?

Abracem-me. Eu tenho muito a oferecer, com toda a minha modéstia. Acreditem em mim e aprendam com os meus ensinamentos através de escritas romancistas. Sempre irei amá-los e carregá-los em meu coração, sendo devota a todo meu carinho e apreço por vocês. Mas, mais do que dizer algo aos meus leitores, quero dizer algo à Thai Cammi do futuro: “2021 foi um período insano e um início de carreira cheio de emoções, mas você conseguiu. Você, Thai Cammi, foi e sempre será capaz. Sonhe sempre!”.


Como não se inspirar depois dessas respostas poéticas e, claro, cheia