Entrevista com o autor: Abraão Nóbrega


Você já conferiu nosso lançamento de junho? Se por acaso ainda não, saiba que "O que restou de mim" já está disponível em nossa lojinha, com aquelas vantagens que você já sabe: preço promocional de pré-venda e frete gratuito. Mas dessa vez tem mais: muitos brindes lindíssimos!


Opa, pera, acho que já estou dando spoiler da entrevista que fizemos com o autor! Bora conferir isso aí? Com a palavra, Abraão Nóbrega!

1) Vamos começar essa entrevista te conhecendo um pouco melhor: como você gostaria de se apresentar para seus leitores e futuros leitores?

Oi, gente, eu sou uma criaturazinha apegada às artes, que alterna os dias entre brincar com Circe, minha fiel parceira felina; trabalhar no mercado da arquitetura e viver enquanto respiro arte. E eu sou emoção em forma humana, então se prepara para nossa jornada. Te garanto, no mínimo, uma sensação de reencontro consigo mesmo.

2) “O que restou de mim” é o seu primeiro livro solo?

Sim! Ao menos dos publicados, haha. Tenho os famosos projetos engavetados, no caso, guardadinhos no HD, esperando a chance de virem pro mundo.

3) Que outras publicações você já tem?

Participei de algumas antologias, visse? Em 2019 fiz parte do Prêmio Poetize, organizado pela Editora Vivara. Em 2020 eu fui co-organizador de uma antologia, a Sentimentos Poéticos, que conta com o selo da LN Editorial. Em 2021 fiz parte da Loucuras de Verão aqui da casa, haha. E, também das antologias Crônicas de quarentena, organizada pela Mirenax Produções (que vai sair em agosto) e a Universo Particular, organizada por Cris Nóbrega e publicada de maneira independente.

4) E tem planos de novas publicações?

Tenho sim, visse? Eu tô finalizando um projeto bem bacana que é uma coletânea com doze contos ambientados em fases diferentes da pandemia. Também tô em finalização de um romance romântico muito lindo, com altas reflexões sociais, que faz parte de uma trilogia. E também outros livros de poesia. Inclusive, na sinopse de O que restou de mim, tem o título do próximo projeto poético, olha o easter egg, haha.

5) Como foi o processo de criação dessa capa, que é um sucesso?

Um belíssimo surto, haha. Eu cheguei para a ilustradora (Rosy Albuquerque) que é minha amiga e parceira da graduação e soltei a bomba “mana, tu vai fazer minha capa, bjos”. E ela topou, haha. Mostrei um esboço da ideia e discutimos algumas referências, tipo o filme Viva, a vida é uma festa (minha animação favorita) e todo o simbolismo que pensei para a capa. De tratar sobre a morte, a vida, a semente da esperança e as flores sentimentais que desabrocham na gente. E assim foi sendo criada essa perfeição.

6) De onde surgiu as ideias para os brindes?

Com uma ilustração linda como a que temos na capa, seria um insulto ela não ser parte dos mimos, não acha? E as outras artes que tem dentro do livro também (spoiler já pode, né?) Os demais brindes a gente foi conversando para criar um pacote bem lindo e especial, como é esse meu (nosso) universo de palavras.

7) Uma pergunta muito importante: como nasceu “O que restou de mim”?

Olha… da minha vida, haha. Basicamente tudo o que tenho escrito no livro é baseado em alguma experiência que passei, que senti, que vivenciei. Aí levei para o meu universo das palavras, transformando aquela minha dor, minha paixão e saudade, em algo bonito.

8) Como você conheceu a Editora Lettre?

Meu irmão fez parte da antologia Serial Killers, conheci a editora através dele. Aí pouco tempo depois de acompanhar vocês nas redes eu vi a Loucuras de Verão e participei. Gostei tanto de vocês que o resultado foi O que restou de mim, haha.

9) O que achou do nosso trabalho? (pode ser sincero, tá? rs)

Gostei mais do que brócolis com cebola, haha. E olha que esses dois são meus vegetais favoritos, c